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Os lares têm passado por profundas transformações, tornando-se cada vez mais funcionais, flexíveis e afetivos. O novo morar reflete a busca por qualidade de vida e saúde mental.
Os desejos dos moradores são alicerçados em conforto, lazer, bem-estar físico e mental, e conectividade, e os espaços traduzem isso, locais que vão além do morar, mas também para a convivência familiar, entre amigos, para a diversão e para o trabalho.
Essa tendência encontra na neuroarquitetura uma ferramenta fundamental para a criação de casas independentemente de suas dimensões, seja um apartamento estúdio ou uma construção mais afastada dos centros urbanos, que estimulem as sensações de sentir-se bem, feliz e acolhido.
Da junção entre neurociência estudo do sistema nervoso, especialmente o cérebro e da arquitetura, a neuroarquitetura é um avanço significativo na forma como se pensa e projeta áreas por meio da manipulação de luz, cores e texturas, por exemplo.
Aplicando suas diretrizes ao design de interiores, é possível criar ambientes que promovam sensações benéficas ao mental e emocional, seja pela seleção cuidadosa de materiais e cores até a maximização da luz natural ou a incorporação de elementos naturais.
Todas essas escolhas impactam a qualidade de vida e geram efeitos na forma como as pessoas se sentem e interagem com os ambientes, no desempenho de suas tarefas e nos relacionamentos.
Na realização de projetos de interiores, os fundamentos da neuroarquitetura influenciam o novo morar, por meio da definição e diretrizes, como:
Conhecer rotinas e características de cada um dos moradores para que sintam atendidas suas necessidades de concentração, criatividade, produtividade e descanso, entre outras.
As configurações do espaço são capazes de ativar áreas do cérebro e proporcionar diferentes sensações em relação ao conforto e segurança. Enquanto os espaços amplos e abertos podem induzir uma sensação de liberdade, áreas mais fechadas e compactas proporcionam segurança e conforto. Da mesma forma, áreas organizadas e fluxos de circulação intuitivos reduzem sentimentos de sobrecarga sensorial e promovem calma e ordem.
Os elementos naturais, como claridade, insolação, vegetação e vistas para o exterior são associados à redução do estresse e ao aumento do bem-estar. Assim, um jardim ou uma parede verde melhora a estética e eleva a satisfação dos habitantes ao sentirem-se conectados à natureza.
A iluminação natural é ponto importante na abordagem da neuroarquitetura, pois regula os ritmos circadianos, do chamado relógio biológico, e afeta a produção da serotonina —o hormônio do bem-estar. Portanto, projetar uma casa com amplas janelas e claraboias maximiza a entrada de luz natural, melhora o humor e a saúde dos moradores.
Os estímulos sensoriais, como cores, texturas, odores e sons de uma área têm capacidade de desencadear respostas emocionais e fisiológicas, afetando o humor e os níveis de estresse.
As cores têm papel crucial nas emoções. O estudo das cores associa tons suaves de azul e verde à tranquilidade e ao relaxamento, e os vibrantes, como o amarelo, à energia e à felicidade, por exemplo.
Tudo isso deve ser considerado para potencializar os estímulos sensoriais táteis e visuais a fim de que os cômodos tenham com estética atraente, funcionais e cativantes, a partir da escolha acertada dos materiais.
Afinal, os materiais têm papel importante e cada um apresenta suas próprias características distintas e aplicações específicas, induzindo a diferentes estímulos sensoriais.